Nasa pretende capturar um asteróide!
VII Olimpíadas da ESBF - Entrega de prémios
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Campanha Internacional Pesquisa de Asteroides (IASC)
Nesta campanha os nossos caçadores de asteroides (Diogo Perfeito, Samuel Silva, Félix Andrade e Rute Azevedo) conseguiram os seguintes resultados:
- Uma descoberta (13SFAP), asteroide que nunca tinha sido observado, proveniente da cintura principal de asteroides (entre Marte e Júpiter). Esta nossa observação necessitava de uma segunda observação para ser confirmada a descoberta. Infelizmente o nosso asteroide não voltou a ser visto..
- Seis observações de asteroides já conhecidos e confirmados, tendo estas nossas observações contribuído para um melhor conhecimento da trajetória dos mesmos.
Estamos de parabéns, nesta nossa primeira participação no IASC!
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Ciência na escola
O Laboratório de Ciência ao Vivo teve várias atividades na semana cultural da ESBF. A comunidade escolar participou com entusiasmo nas atividades. Alunos do Instituto Superior Técnico trouxeram o "Circo da Física". Na noite de 13 de Março, pais e alunos puderam observar Júpiter e a suas maiores luas - Europa, Ganímedes, Io e Calisto. Também houve uma sessão de construção de Origamis, observação das manchas solares, jogos de matemática e a descoberta do mundo microscópico.
Caçadores de asteroides
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Meteorito nos Urais
Na sexta feira dia 15, dia marcado para a passagem do asteróide 2012 DA 14 rente à Terra (a apenas a 27.600 quilómetros da Terra, menos de um décimo da distância a que estamos da Lua) e que foi descoberto o ano passado pela observatório de La Sagra, na Andaluzia, um meteoro atingiu a Rússia na região de Cheliabinsk, a este dos Montes Urais, às 9h30 locais (3h30 em Lisboa).
Estes acontecimentos são vulgares acontecerem mas muito difíceis de prever pois muitas rochas andam pelo espaço, vindas da Cintura de Asteróides situada entre Marte e Júpiter, e por vezes são atraídas pela gravidade da Terra mas felizmente não têm as dimensões deste - 15 metros de diâmetro e 40 toneladas, segundo Margaret Campbell-Brown, astrónoma da Universidade de Western Ontario, no Canadá.
O meteoro entrou na atmosfera a uma velocidade hipersónica, de milhares de metros por segundo, o que provocou um grande clarão e deixando um rasto de fumo à passagem, travando à medida que a densidade ia aumentando até chegar ao limite da velocidade do som (340 metros por segundo), altura em que ocorre uma explosão sónica. Nessa altura desfez-se e provocou várias ondas de choque.
As consequências foram mais de mil feridos e muitos vidros partidos e edifícios danificados.
No site do Público há várias imagens do que aconteceu.
Publicado por Armando Vivas









