Meteorito nos Urais
Na sexta feira dia 15, dia marcado para a passagem do asteróide 2012 DA 14 rente à Terra (a apenas a 27.600 quilómetros da Terra, menos de um décimo da distância a que estamos da Lua) e que foi descoberto o ano passado pela observatório de La Sagra, na Andaluzia, um meteoro atingiu a Rússia na região de Cheliabinsk, a este dos Montes Urais, às 9h30 locais (3h30 em Lisboa).
Estes acontecimentos são vulgares acontecerem mas muito difíceis de prever pois muitas rochas andam pelo espaço, vindas da Cintura de Asteróides situada entre Marte e Júpiter, e por vezes são atraídas pela gravidade da Terra mas felizmente não têm as dimensões deste - 15 metros de diâmetro e 40 toneladas, segundo Margaret Campbell-Brown, astrónoma da Universidade de Western Ontario, no Canadá.
O meteoro entrou na atmosfera a uma velocidade hipersónica, de milhares de metros por segundo, o que provocou um grande clarão e deixando um rasto de fumo à passagem, travando à medida que a densidade ia aumentando até chegar ao limite da velocidade do som (340 metros por segundo), altura em que ocorre uma explosão sónica. Nessa altura desfez-se e provocou várias ondas de choque.
As consequências foram mais de mil feridos e muitos vidros partidos e edifícios danificados.
No site do Público há várias imagens do que aconteceu.
Publicado por Armando Vivas
Observação de Manchas Solares
No dia 8 de Fevereiro, um grupo de alunos do 10º2 orientou uma sessão de observação de manchas solares para os alunos do 7º5. Esta sessão foi organizada no âmbito do projeto "E o céu aqui tão perto.." e foi desenvolvida na disciplina de Física e Química A. Numa primeira fase, os alunos do 7º5 observaram, em tempo real,imagens do Sol do "Solar Dynamics Observatory" e identificaram as manchas solares que, numa segunda fase, foram observadas no Observatório Astronómico da escola, com o auxílio do telescópio. A atividade correu muito bem, só o tempo se portou mal.. havia muito vento e frio.
VII Olimpíadas da Ciência - Equipas concorrentes
21º Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores
Estrela de Natal
Muitos cristãos acreditam que a estrela foi um sinal milagroso que marcou o nascimento do Jesus.
Ao longo dos anos muitos tentaram explicar o que seria essa estrela. Os fenómenos astronómicos mais considerados são uma conjunção de Júpiter e Saturno, um Cometa ou uma Supernova.
Os magos na viagem para Belém contaram a Herodes (ca. 73 a.C. - 4 a.C. ou 1 a.C.), rei de Israel, que viram a estrela "no oriente em ascenção".
Em 1614, o astrónomo alemão Johannes Kepler determinou que uma série de três conjunções dos planetas Júpiter e Saturno teria ocorrido no ano 7 a.C. No entanto, cálculos modernos mostram que havia uma distância de quase 1 grau entre os planetas, o que tornaria essas conjunções pouco expressivas.
Outros sugerem que a estrela seria um cometa. O conhecido cometa Halley, que se aproxima da Terra a cada 76 anos, esteve visível em 12 a.C. e outro cometa terá sido observado por chineses e coreanos por volta de 5 a.C., tendo sido observado por mais de 60 dias mas sem nenhum relato de movimento.
Recentemente o Papa Bento XVI, referiu que a Estrela de Belém seria uma supernova. Essa supernova teria explodido perto da galáxia de Andrómeda. Embora supernovas tenham de facto sido detectadas, é extremamente difícil detectar os restos de uma supernova noutras galáxias e, muito mais, determinar uma data de quando teriam ocorrido. As supernovas são corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas com mais de 10 massas solares, que produzem objectos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis, passadas algumas semanas ou meses.
Fonte: Wikipedia.
Foto retirada daqui.
Publicado por Armando Vivas






