Rover da NASA completa primeira análise de solo marciano!
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Observação de manchas solares
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
No dia 13 de Novembro inaugurámos o nosso observatório astronómico com uma sessão de observação de manchas solares.
Estava um excelente dia para observar o Sol, não havia nuvens nem neblina e a nossa estrela apresentava vários conjuntos de manchas bens visíveis.
Nesta sessão participaram os alunos da turma 10º2, orientados por um grupo de colaboradores da mesma turma. Com o apoio deste grupo foi possível observar o Sol em direto no site da Nasa, antes de o observar pelo telescópio, organizar a subida ao telhado da escola e ainda fotografar o acontecimento.
Iremos realizar mais sessões de observação de manchas solares para alunos interessados e, logo que as condições meteorológicas o permitirem, realizaremos também sessões de observação de astros à noite.
Portanto, mantém-te atento(a)!
Fim do mundo?
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Muito se tem falado sobre o fim do mundo este ano. Pela internet muitos sites falam sobre o assunto.
A data de que se fala é o dia 21 de Dezembro, que todos os anos é dia de Solstício, em que no Hemisfério Norte teremos o dia mais curto do ano.
São várias as causas apontadas para que pudesse ocorrer algo no dia 21 de Dezembro: profecia Maia, alinhamento planetário, alinhamento da Terra com o Sol e o centro da Via Láctea, choque do planeta chamado Nibiru com a Terra, inversão dos pólos magnéticos da Terra e aumento da atividade Solar.
A Ciência afirma que nada disto provocará algo que levará ao fim do mundo e muitos dos acontecimentos referidos nem irão acontecer.
Em relação à profecia Maia, o que realmente é verdade é que está no fim de um ciclo no seu calendário. Relativamente ao alinhamento dos planetas, aqui podem consultar as posições dos planetas do Sistema Solar nessa data, podendo constatar-se que nenhum alinhamento ocorrerá. Quanto ao alinhamento da Terra com o Sol e o centro da Via Láctea, tal acontece todos os anos nos dias de solstício. Sobre o choque do chamado planeta Nibiru com a Terra, não existe qualquer base científica, nem se sabe da sua existência.
A inversão dos pólos já aconteceu mas atualmente não está prevista nenhuma alteração e mesmo que acontecesse abruptamente não seria catastrófico. Por fim, o aumento da atividade solar é algo cíclico e até agora só provocou alterações ao nível das comunicações via satélite.
Imagem retirada daqui.
Armando Vivas
Ciência e Literatura
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
No dia 18 de Outubro realizou-se na BECRE um seminário, para apresentação das atividades do projeto "E o céu aqui tão perto /Diálogo entre Ciência e Literatura aos alunos do 10º2 e 10º6, seguido de um lanche temático (O Universo também se come..).
Convidámos o Rui Bastos, que foi aluno da nossa escola e colaborador muito ativo do LCV e que agora está no IST no curso de Engenharia Biomédica, para apresentar uma comunicação sobre o tema do projeto.
O Rui fez uma excelente comunicação, que foi seguida com bastante interesse por todos os participantes e que a seguir transcrevemos.
Se quiserem espreitar o lanche:
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.365603490190657.87170.100002230263987&type=1
Ciência e Literatura
As diferenças entre a Ciência e a Literatura
dificilmente podiam ser maiores. Se por um lado as Ciências exigem rigor,
objectividade e o seguimento de regras exactas, as Letras são muito mais
liberais, subjectivas e com uma certa tendência para o desprezo pelas regras. E
no entanto são duas áreas que não só se misturam frequentemente, como o fazem
facilmente, devido a uma série de pontos comuns que as ligam apesar das
diferenças.
Por exemplo, de um
lado temos a Matemática e do outro a Poesia. Duas coisas tão absurdamente
diferentes que a maior parte das pessoas falha por completo em ver as
semelhanças. Afinal, o que é que Euler e Gauss podem ter a ver com Pessoa e
Poe? Aparentemente, nada. Mas qualquer professor de Matemática que se preze vos
pode falar da beleza quase poética que a Matemática pode ter, assim como
qualquer professor de Português vos pode atormentar com o rigor quase
matemático que a Poesia pode ter.
Ou seja, não é
complicado. Literatura e Ciência, Ciência e Literatura… Uma coisa não exclui a
outra, antes pelo contrário. E há uma área em particular que é tão misteriosa e
tão sublime que só um esforço conjunto destas duas áreas a pode entender
minimamente. Falo da Astronomia. É impossível compreender o Universo sem fazer
uso de uma Física extremamente complicada que escapa ao entendimento da maioria
das pessoas, mas é também impossível descrever as maravilhas nele contidas sem
ter que recorrer à subjectividade e criatividade específicas das Letras.
É complicado de
perceber e de conceber que nós e tudo o que nos rodeia é constituído por
elementos químicos que foram formados em vários tipos de reacções no coração de
uma estrela, mas se a acompanhar isto se disser que “somos todos feitos de
poeira estelar”, pouco mais é preciso dizer. Por outro lado, tentar explicar
por palavras o que é um buraco negro ou o que é o infinito não é fácil, mas há
equações que descrevem o primeiro e trabalha-se frequentemente com o segundo
nos diversos ramos da Ciência.
Pessoalmente acho
que é algo complicado de explicar, mas a Astronomia, para mim, é um exemplo
perfeito da união e da complementaridade de ambas as áreas. Ainda para mais
quando essa sintonia resulta num género literário como a Ficção Científica, do
qual sou um aficionado e que já me providenciou das melhores leituras da minha
vida. Livros como 2001 – Odisseia no Espaço, de
Arthur C. Clarke, são para lá de geniais… Este em particular é uma verdadeira
obra-prima da literatura, com algumas das melhores descrições do espaço que eu
já li. A forma como o autor nos faz viajar por entre as estrelas, como se
estivéssemos de facto a espreitar pela janela de uma nave espacial é divinal. E
o livro tem um rigor científico fora do comum para uma obra de ficção.
Já para não falar
de Júlio Verne e dos seus livros Da Terra à Lua e À
Roda da Lua, com uma Ciência minimamente plausível e
descrições espaciais, nomeadamente lunares, simplesmente fascinantes e
perfeitas. E a quantidade de livros sobre os quais ainda podia falar torna
ridícula a ideia de que a beleza não existe na Ciência, ou de que a Literatura
é incapaz de captar a sua essência. Porque ambas as áreas não passam de duas
faces da mesma moeda, ou de duas abordagens diferentes para fazer exactamente a
mesma coisa: perceber o Mundo que nos rodeia.
Isto leva a que da
mesma forma que posso dizer que há poucas coisas tão diferentes como a
Literatura e a Ciência, posso também afirmar sem qualquer peso na consciência,
que é ainda mais complicado encontrar duas coisas que sejam, ainda assim, tão
semelhantes.
Rui Bastos
Projeto "E o céu aqui tão perto, diálogo entre a Ciência e a Literatura"
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sábado, 3 de novembro de 2012
Este ano letivo vamos desenvolver mais
atividades no âmbito da Astronomia.
Temos um telescópio novo, um pequeno
observatório na escola e estamos a colaborar com a BECRE no projeto “E o céu
aqui tão perto, diálogo entre a Ciência e a Literatura”.
No âmbito deste projeto, que envolve as turmas 10º2 (área
científica) e 10º6 (humanidades), iremos promover observações de astros,
ateliers de construção de materiais demonstrativos simples de Astronomia
e orientar a participação de uma equipa da nossa escola na campanha “Caça aos Asteróides” do IASC
(Internacional Astronomical Search Collaboration).
Todas estas iniciativas estarão abertas à
participação da comunidade escolar e irão sendo anunciadas neste blog.
Portanto, se te interessas por Astronomia, contacta-nos.
Helena Spencer
O LCV está na sala 166!
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domingo, 28 de outubro de 2012
Um Bom Ano Escolar para todos!
Com algum atraso, mas com atividades novas e sala nova, abrimos no dia 25 de Outubro o nosso espaço, a sala 166, à comunidade escolar.
Esta sala também é tua, por isso, sempre que tiveres tempo livre, aparece no LCV e vem divertir-te e aprender com o que lá temos para ti.
Se quiseres participar nos nossos projetos (Astronomia e Fotografia) ou tiveres projetos na área da Ciência que queiras desenvolver, aparece às 4ªf à tarde. O nosso horário está aqui ao lado, neste blog.
A partir de agora iremos dando notícias dos nossas atividades. Mantém-te atento(a)!
Helena Spencer
Novidades do CERN sobre o Bosão de Higgs!
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
Foi anunciada hoje, dia 4 de Julho, pelo Diretor - Geral do CERN, a descoberta de uma nova partícula, consistente com o bosão de Higgs.
Esta descoberta foi feita nas experiências ATLAS e CMS, nas quais têm participado investigadores portugueses.
Ver notícia mais detalhada em: http://www.lip.pt/events/2012/HIGGS/
Um grupo de alunos do 11º ano da nossa escola visitou o CERN em Abril de 2008, no âmbito da disciplina de Física - Química A. Nesta altura estavam a terminar os preparativos para o arranque do LCH (o maior acelerador de partículas construído até ao momento), onde se iriam realizar as experiências acima referidas.
O CERN - Laboratório Europeu de Física de Partículas - está situado
próximo de Genebra, na fronteira
da Suíça com a França e é o maior centro mundial de investigação do seu tipo.
Esta instituição que junta cerca de 10000 cientistas de mais de 80
nacionalidades, entre os quais portugueses, é um exemplo bem sucedido de
colaboração internacional, da qual resultaram várias descobertas que permitiram
o desenvolvimento de tecnologias importantes, nomeadamente na área da saúde. No
entanto a contribuição mais conhecida do CERN foi a World Wide Web.
O LHC - Com este acelerador é possível recriar as condições do Universo logo após o big-bang e assim
desvendar alguns mistérios sobre a origem da matéria.
BOSÃO DE HIGGS - Partícula elementar que terá sido crucial na formação do Universo.
Imagens do trânsito de Vénus de 2012
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sexta-feira, 8 de junho de 2012
O filme, apresentado a seguir, mostra imagens reais do trânsito de
Vénus de 5 para 6 de Junho de 2012, visto do SWAP, um detetor solar belga,
colocado a bordo do microsatélite Proba-2 da ESA.
A imagem é processada a partir da radiação UV
emitida pela coroa solar.
Quando Vénus passa à frente do Sol, não deixa
passar essa radiação, sendo visto como um círculo preto.
Os pontos luminosos que aparecem nas imagens
são partículas altamente energéticas que chocam com o detetor SWAP, quando este
satélite atravessa uma região do espaço onde o campo magnético terrestre não o
protege desse tipo de radiação.
Também se podem observar zonas de grande
atividade solar e ejeções de massa da coroa solar, perto do fim do filme.
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